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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Ciúme ou falta de confianca?

Carola viveu na prostituicao durante 11 anos e por conta engravidou de um cara que ela nao sabe quem é o pai da crianca que hoje está com 13 anos. Você já ouviu algo assim? Pois é, por aqui isso também existe. Nao é só no Brsil que as meninas engravidam e nao sabem quem é o pai da crianca.
Há 8 anos ela conheceu Mathias e eles desde entao vivem juntos, ela largou, claro a profissao e com ele teve dois filhos. Ela é uma mulher bonita e ele também. Super carinhoso com ela e com as criancas. Um cara pé no chao, uma gracinha mesmo.
Ele quer se casar mas ela estraga tudo por causa do seu ciúme doentio.
Ciúme ou falta de confianca?
Ela já o deixou na porta do cartório e a mae dela teve que ir lá avisá-lo que ela estava tendo uma crise e que nao ia se casar. Ele, bonzinho e apaixonado que só procurou ajuda dos psicólogos e o caso deles foi levado à Tv como um caso de superacao.
Ela nao podia vê-lo conversando com nenhuma mulher que ela entrava em crise;
Ele nao podia dar uma informacao que se ela visse ela saía do lugar onde estivesse e sumia.
Com certeza o mundo da prostituicao que ela viveu deixou marcas terríveis.
Foram meses e meses de trabalho com os psicólogos, paciência e amor da parte dele e muita paciência da mae dela também.
Eles se casaram na semana passada e ele abracou a sogra dizendo que acreditava que ela dera o primeiro passo para confiar no ser humano.
A vida deixa marcas. Em algumas tao profundas que nos tornamos um verdadeiro ourico quando alguém quer se aproximar. Como a Bíblia diz: O AMOR, é maior que tudo e vi que neste caso Mathias tem um amor enorme por Carola.

*Nomes fictícios, caso verdade.

Atenção: É expressamente proibido a cópia deste texto e imagens sem a autorização prévia do autor.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Notícias da Viviane

Novo Jardim de Infância, clique na foto para ampliar.

Muitos de vocês têm deixado carinhosamente um recadinho me perguntando como está a fono da Viviane. Deixa eu contar prá vocês, o que andou acontecendo por aqui.

1. Trocamos a Viviane de Jardim de Infância - quando passei com ela uma semana no hospital. Ela falou que nao queria voltar para o Jardim onde ela estava. Disse que a professorinha gritava com as criancas e que ela tinha muito medo dela. Se nao dava para trocar de escolinha;

2. Aproveitei que estava entre os psicólogos e coloquei a questao sobre a mesa.
Eles me perguntaram se era somente agora que ela dizia que queria mudar ou se antes ela já havia comentado tal coisa. Eu disse que ela nos últimos 2 meses sempre chorava dizendo que nao queria ir.

3. Eles recomendaram a mudanca. Jardim de Infância trocado, o que nao foi fácil, pois nao era época de trocar de escolinha, mas conseguimos.

4. Apesar do antigo Jardim de Infância ser totalmente moderno ela nao se sentia bem. Perguntamos a ela onde deveríamos matriculá-la e juntos resolvemos que mesmo sendo longe o jardim de Infância que ela escolheu, pois eu preciso dirigir todos os dias 4 Km para levá-la e mais 4 Km para buscá-la, nós a matriculamos nesse Jardim onde uma amiguinha dela do Balett está. Para alegria dela, uma outra amiguinha da aula de música também freqüenta o mesmo Jardim.

5. A fala dela progrediu muita coisa. Fala pelos cotovelos e às vezes eu preciso dizer que eu também gostaria de contar alguma coisa na hora do nosso jantar, rs.

6. As frases estao cada vez maiores e gramaticamente corretas, e pasmem; o Português dela no entendimento está cada dia melhor. Falo com ela em português e ela me responde corretamente em alemao ou vai fazer o que lhe disse. Exatamente como sempre aconteceu com o Daniel.

7. Até hoje ela diz: - Mamae, por favor, nao me leva mais no outro Jardim; nao gosto da professorinha de lá, ela grita.

8. Aprendi com esta situacao, que devemos dar mais ouvido aos nossos filhos quando eles nos dizem que nao querem mais ir àquela escolinha; ao menos procurar saber os motivos reais.
Eu pensei ser uma fase e que iria passar. Mas nao passou e só agravou mais ainda a fala dela;

9. Os psicólogos nos disseram que se trancar, e nao falar mais foi a forma que ela encontrou para chamar a atencao e se defender do grande problema que ela estava vivendo.

10. Ainda temos algumas sessoes de fono e depois encerramos; ela nao precisará mais fazê-la; já que o problema nao é mesmo fono e foi um problema psicológico e que nao existe mais.
Ela está feliz da vida no novo Jardim, e nós também.


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