O Egito, naquele tempo, era o coração pulsante de um império vasto e poderoso. Palácios magníficos erguiam-se com luxo, templos grandiosos eram dedicados a ídolos pagãos, e estátuas colossais mostravam a força e também o orgulho de uma nação que se achava invencível.
Era um lugar que brilhava por fora, mas que escondia opressão por dentro. Ali, a idolatria era o próprio ar que se respirava: deuses de pedra, de ouro e
de madeira ocupavam o espaço que só o Criador deveria ocupar. Mas naquele
ambiente sufocante, Deus começou a escrever uma nova história e Míriam estava
entre aqueles que veriam a promessa se cumprir.