Míriam, ainda adolescente, recebeu dos pais uma missão solene: vigiar de longe. Ela não podia fazer nada com suas próprias forças, mas podia estar atenta. Podia observar. Podia esperar. E ela ficou. Presente, mas discreta. Não se precipitou, não se escondeu por medo, nem se aproximou cedo demais. Permaneceu exatamente no lugar em que seus pais a colocaram e ali, Deus a usaria como peça-chave de um plano de salvação.
Naquele momento, Míriam foi como o sal na medida certa: invisível aos olhos de muitos, mas indispensável no propósito de Deus.