Maria continuou como sempre foi: doce, constante, silenciosa e presente. Ela não virou ídolo. Ela virou testemunha fiel da graça, ser mulher mel é permanecer de pé, mesmo diante
da cruz. Maria nos ensina que a doçura verdadeira não é fraca. Ela não desiste na dor, não se azeda na perda. O mel da fé permanece doce mesmo quando a vida amarga.
E Maria, mulher mel, não se derreteu no sofrimento ela adoçou o
silêncio da cruz com sua fidelidade.
Ela deve ser honrada, lembrada, respeitada com reverência. Afinal, foi por meio do seu "sim" que a promessa se fez carne. Mas não foi feita para ser venerada, adorada ou idolatrada. Maria conhecia a Palavra, e como serva fiel, sabia:
“Adorarás somente ao Senhor teu Deus e só a Ele servirás.” Deuteronômio 6:13 - Mateus 4:10
Deus não aceita a idolatria nem em forma de imagens, nem em torno de pessoas, nem travestida de religiosidade.