Marta
também me faz lembrar das Martas nas nossas igrejas.
Quantas vezes não são essas “Martas” que limpam os banheiros antes do culto,
preparam o café que todos saboreiam no final, arrumam as cadeiras, lavam a
louça, cuidam dos pequenos detalhes que quase ninguém percebe.
Nas grandes igrejas, talvez haja empresas responsáveis
pela limpeza e organização. Sei lá.
Mas nas pequenas comunidades, sempre há uma Marta silenciosa, de coração
disponível, que chega mais cedo e muitas das vezes é a última a sair.
Ela não busca palco, não procura reconhecimento. E, muitas das vezes, não recebe aplausos, nem homenagens, vocês já perceberam
que elas não são lembradas para receber flores nas nossas igrejas? Às vezes, nem mesmo uma simples “obrigada”.