Foi um culto espontâneo, nascido da vitória, do alívio, da certeza de que Deus é fiel. As mãos batiam os tamborins, os pés dançavam sobre a areia ainda úmida, e as vozes se uniam em gratidão.
Míriam era o sal que temperava aquele momento com adoração.
Sua liderança não estava na espada, mas na música; não na força, mas no louvor.
Naquele dia, o povo proclamou a Salvação do Senhor. Ele abriu o Mar Vermelho e o Seu povo atravessou sem molhar os pés“