21- Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber;
22- Porque assim lhe amontoarás brasas sobre a
cabeça; e o Senhor to retribuirá.
23- O vento norte afugenta a chuva, e a face irada, a língua fingida.
24- Melhor é morar só num canto de telhado do que com a mulher briguenta numa
casa ampla.
25- Como água fresca para a alma cansada, tais são as boas novas vindas da terra
distante.
26- Como fonte turvada, e manancial poluído, assim é o justo que cede diante do
ímpio.
27- Comer mel demais não é bom; assim, a busca da própria glória não é glória.
28- Como a cidade derrubada, sem muro, assim é o homem que não pode conter o seu
espírito.
O verso 21 é um dos princípios mais importantes ao lidar
com o próximo, seja ele nosso amigo ou nosso inimigo como aqui o verso diz.
Jesus repetiu esse princípio importante no Sermão da Montanha. Mateus 5:44 diz:
“Mas eu vos digo: Amai os vossos inimigos, abençoai os que vos maldizem. Vamos
dar mão a palmatória: como é dificil isso não é? A gente estender a nossa mão
de ajuda para alguém que nos fez ou nos faz mal. Como é dificil esquecer a
ingratidão de uma pessoa que ajudamos a sair do buraco, fomos o seu socorro e
depois ela ainda sai por ai falando mal da gente ou falando dos nossos
defeitos. A primeira vontade que dá é de pegar essa pessoa pelo pescoço e
sacudir até que ela peça chorando para pararmos. Mas não foi isso que Jesus nos
ensinou. Ele disse: dá de comer, dá de beber e ore por essa pessoa. Orar por
essa pessoa? Mas prá quê tudo isso Jesus? Foi a minha pergunta a Ele há alguns
anos atrás e ai um belo dia eu entendi. Orando pela pessoa que fala mal de mim,
ela não terá forças em suas palavras de convencer as outras pessoas do que ela
está falando. Orando por ela, as outras pessoas verão que quem está equivocada
e sendo ingrata é ela. Orando por ela eu enfraqueço o lado mal dela. Orando
pelo nosso inimigo nós progredimos diante de seus olhos. E quem sabe com o
tempo ela vai reconhecer que não foi leal contigo e nem comigo e vem nos pedir
desculpas, quem sabe...eu creio!
Com Georgia
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