14- Acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos as nossas casas de despojos; Lança a tua sorte conosco;
teremos todos uma só bolsa!
15- Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas
veredas;
16- Porque os seus pés correm para o mal, e se apressam a derramar sangue.
17- Na verdade é inútil estender-se a rede ante os olhos de qualquer ave.
18- No entanto estes armam ciladas contra o seu próprio sangue; e espreitam
suas próprias vidas.
19- São assim as veredas de todo aquele que usa de cobiça: ela põe a perder a alma dos que
a possuem.
Os versos 14 e 19 me chamaram muito a atenção. Até parece que Salomão estava falando dos dias atuais, das ganges, dos viciados, dos roubos, da ganancia, da cobiça por aquilo que não nos pertencem.
- Salomão novamente nos aconselha a nos afastarmos das más companhias, de maus amigos e amigas.
- No verso 15, parece que Salomão está a nos sacudir:
"Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas". É o mesmo que dizer: Cai fora, meu filho!
- Há também aquele tipo de amigo ou amiga que não conseguimos perceber no inicio a sua sutileza no lidar conosco. Aparentam ser boas para nós, nossas amigas e por trás falam mal da gente. Pessoas cheias de ódios e amarguras, pessoas que só vivem reclamando e expragejando a vida. Ás vezes elas ficam conosco anos a fio e não percebemos que estamos bebendo junto com ela o seu veneno. E ai, a nossa maneira de falar muda, a nossa maneira de pensar muda e a nossa maneira de agir também muda. Ficamos parecidos com ela.
Que ao lermos juntos o livro de Provérbios possamos aprender a lidar com essas situações.
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