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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida de Eunice e Lóide - Parte 2/26

Desde os tempos mais antigos, a canela era considerada um tesouro. Vinda do longínquo Sri Lanka, o antigo Ceilão e das terras do sul da Índia, ela viajava pelos desertos em caravanas de comerciantes árabes, cruzava mares e chegava ao Egito, à Pérsia, que é o atual Iran e em Israel como uma preciosidade rara. Em Israel, a canela ganhou um significado ainda mais profundo: era um ingrediente sagrado do óleo da unção, preparado sob a ordem do próprio Deus.

Em Êxodo 30:23, o Senhor instrui Moisés a misturar canela aromática com mirra, cálamo e cássia para criar o óleo santo da unção. Esse óleo era reservado para ungir o tabernáculo, os sacerdotes e todos os utensílios consagrados ao Senhor. Assim, a canela tornou-se símbolo da presença de Deus que consagra, purifica e separa o que é d’Ele para o Seu propósito.

sábado, 15 de agosto de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida de Raabe - Parte 21/38

Raabe não foi tímida nem passiva. Ela foi audaciosa. É o que nós muita das vezes precisamos ser. Ela arriscou a própria vida, o pouco da reputação que lhe restava, porque acreditou que somente o Deus de Israel poderia libertá-la.  

O Curry é assim: forte, marcante, inconfundível. Uma mistura que desperta e aquece. Raabe foi essa mistura inesperada de coragem e fé, que virou a chave da sua história e a transformou de mulher esquecida como mulher, numa mulher de propósito. Ela foi incluída na genealogia de Jesus. Raabe, nas mãos de Deus, passou a fazer parte do banquete da vida eterna.

 

terça-feira, 3 de março de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida de Ana e Penina - Parte 13/17

Tudo o que sabemos sobre Penina é que ela era ácida, intensa, provocadora uma verdadeira mulher limão. Sua presença não deveria ser fácil, mas foi justamente através dela que Deus despertou algo profundo na nossa mulher erva-doce.

Muitas vezes, precisamos que alguém nos desafie, que nos tire da zona de conforto, que nos tire do sério, para que possamos reagir e buscar mais do Senhor.
Por mais incômoda que ela fosse, Penina foi o instrumento que empurrou Ana para o altar. E foi ali, diante do Senhor, que Ana rompeu o silêncio, derramou a alma e viu o impossível acontecer. Podemos dizer que Ana, nossa “mulher erva-doce”, atravessou um tempo de espera temperado pelo azedume do “limão” chamado Penina.

domingo, 1 de março de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida de Ana e Penina - Parte 11/17

Vamos falar um pouco mais sobre Penina.
Mesmo sendo o “limão” na vida de Ana, ela estava sem perceber cumprindo um papel dentro do propósito de Deus. A provocação de Penina, por mais amarga que fosse, servia para despertar em Ana algo que ainda estava adormecido: o clamor que mudaria o destino de uma nação. A Bíblia diz em 1 Samuel 1:5-6:

“A Ana, porém, Elcana dava porção dupla, porque a amava, ainda que o Senhor lhe houvesse cerrado a madre.”

Veja, não foi falta de amor, nem rejeição de Deus.
Foi o próprio Senhor quem fechou o ventre de Ana, não como castigo, mas como preparo. Porque há dores que não são punições, são convites para um propósito maior. Ana não geraria filhos fora do tempo, pois o que Deus estava formando nela não era apenas uma mãe, mas uma intercessora. E o filho que nasceria de seu ventre seria mais do que um presente pessoal seria um profeta para toda uma nação.