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sábado, 4 de abril de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida da mulher Sírio-Fenícia - Parte 13/14

Eu não sei se foi esse o caso da mulher cananeia, mas ainda existem pais que, sem perceber, consagraram e consagram até hoje seus filhos a outros deuses, a entidades. Que na verdade são demônios.

Dão nomes exaltando essas entidades, escolhem os nomes de seus filhos para agradar a essas entidades. Entregam a vida inocente de seus filhos a maus espíritos, pensando estar fazendo um bem. Não conhecem a Biblia. Não conhecem o Deus verdadeiro que fez os céus e a terra. E essas pessoas vivem dificuldades nos relacionamentos, impedimentos para se casar, para prosperar num bom emprego, para avançar. E eles se perguntam o que foi que deu errado na vida dos seus filhos? Filhos com depressão, filhos viciados, filhos que tiram as suas vidas porque não sabem por que nasceram.

Essas marcas espirituais não saem por esforço humano. Somente Jesus pode quebrar maldições e libertar vidas daquilo que os aprisiona. E aquela mulher sabia disso e nós precisamos saber disso também. Foi Jesus sem dúvida quem libertou a vida da filha daquela mulher. E é Ele o único que pode também libertar as nossas vidas e a vida da nossa família das mãos de satanás.  

sexta-feira, 3 de abril de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida da mulher Sírio-Fenícia - Parte 12/14

Aquela mulher gritava: “Jesus, filho de Davi, tenha pena de mim, minha filha está possuída com maus espíritos, ela está endemoniada.” Mateus 15:22

Se naquela época já existiam essas coisas, dirá hoje em dia. Não subestimem o mundo espiritual e suas maldades. Tem muita gente possuida por demonios em nosso meio.

Tudo o que ela queria, era a cura da filha dela. Por isso ela não ia desistir. A mulher siro-fenícia nos lembra que a libertação não vem de rituais, mas da fé em Jesus. Precisamos vigiar para não abrirmos brechas ao inimigo seja por práticas ocultas, palavras de maldição, mágoas guardadas ou escolhas que nos afastam de Deus. 

Feche as portas ao mal e abra o coração para Cristo. 

Uma migalha do Seu poder é suficiente para transformar toda a sua vida.

Sabe, não precisou de jejum, não precisou de corrente de 7, 21, 40 dias de oração, não precisou nada disso. Precisou somente de fé de que Jesus podia fazer. Vocês têm fé de que Jesus pode fazer?

terça-feira, 31 de março de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida da mulher Sírio-Fenícia - Parte 9/14

A mulher cananéia nunca tinha ouvido um sermão. Não crescera ouvindo as promessas como o povo de Israel, que era o povo escolhido. Ela era aquela que ficava do lado de fora, pois não era judia. E, no entanto, sua fé foi mais viva e intensa do que a de muitos que caminhavam com Jesus todos os dias. Porque não se trata de tempo de igreja que temos, nem do quanto sabemos da Bíblia, mas da profundidade da nossa entrega e da nossa busca ao Senhor. É sobre querer, de todo o coração, servir a Deus e fazer como Jesus ensinou.

Ela era uma mãe desesperada. Alguém que, socialmente, não deveria nem se aproximar daquele grupo, muito menos de Jesus. Mas ela chegou sem permissão, sem garantias de que seria recebida ou ouvida.


segunda-feira, 30 de março de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida da mulher Sírio-Fenícia - Parte 8/14

Jesus lhe disse: “Você entende que o pão (Ele estava dizendo sobre as promessas) é primeiro para os filhos. (no caso Israel)” E a mulher, com fé e humildade, responde:

“Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos (os pagãos, no caso ela) comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.” (Mateus 15:27)

Ela estava dizendo:

“Eu entendo o meu lugar, mas creio que até uma migalha do Teu poder é suficiente para mim.” Eita Glória!!!

Vamos aprender a falar isso: Que até uma migalha do poder de Jesus é suficiente para nós.

Jesus não a humilha, Ele abre espaço para que ela revele uma fé que os próprios judeus ainda não tinham demonstrado.


domingo, 29 de março de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida da mulher Sírio-Fenícia - Parte 7/14

Mateus e Marcos, dois dos discípulos de Jesus ficaram tão impactados com essa mulher que eles relataram esta ocasião. Que essa mulher cananéia, chegou diante de Jesus usando poucas palavras, muita fé, e marcou presença.

Essa viagem de Jesus a uma região gentílica foi intencional e significativa: Jesus nunca faz nada sem significação.  Tiro e Sídon eram cidades pagãs, com forte influência grega.   A mulher siro-fenícia era uma estrangeira, fora da aliança judaica.   E mesmo ali, longe de Jerusalém, a fé dela se destacou mais do que a de muitos em Israel.

Eu torno a dizer: Jesus não a estava rejeitando, Ele estava revelando algo ao próprio povo de Israel.

quinta-feira, 26 de março de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida da mulher Sírio-Fenícia - Parte 4/14

Jesus estava diante de uma mulher Cananéia e quem eram os cananeus?

Os cananeus eram os antigos habitantes da terra de Canaã, atual Israel, Palestina, Líbano e partes da Síria e Jordânia. A mulher siro-fenícia provavelmente era da região costeira da Fenícia o atual Líbano, um território que fazia parte do mundo cananeu. Portanto, Jesus estava diante de uma cultura marcada por preconceitos religiosos e sociais. Vamos entender com calma e com profundidade essa situação.

À primeira vista, essa frase soa dura, até ofensiva. “Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.” Jesus não estava rejeitando a mulher, e sim conduzindo um diálogo cheio de propósito.

Os judeus chamavam os gentios no caso, ela que não pertencia ao povo de Israel. Os judeus os chamavam de “cães” (em tom pejorativo), os chamavam assim para não os chamarem de impuros. Os cananeus eram: Politeístas, eles adoravam vários deuses, como Baal, Aserá, Dagon entre tantos outros.

quarta-feira, 25 de março de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida da mulher Sírio-Fenícia - Parte 3/14

A história da mulher siro-fenícia é também chamada de mulher cananeia. É uma das histórias mais marcantes do Novo Testamento. Ela aparece em: Mateus 15:21–28 e em  Marcos 7:24–30

Essa mulher, embora mencionada rapidamente, rompe barreiras culturais, sociais e espirituais. Jesus diz a ela:

“Eu fui enviado às ovelhas perdidas da casa de Israel.” Isto é: Jesus veio para salvar o povo judeu. “Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.”

Parecia que Jesus queria provocar algo nesta mulher. Ele diz a ela que Ele tinha vindo para fazer milagres em Israel e não para um outro povo, como ela era.


terça-feira, 24 de março de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida da mulher Sírio-Fenícia - Parte 2/14

Ela chega a Jesus desesperada por causa da sua filha, terrivelmente atormentada por um espírito maligno. Jesus era a sua esperança. Ela incomodou, insistiu, provocou resposta. E por sua fé “picante”, vamos fazer uma comparação assim com a pimenta, Jesus disse a ela:

“Ó mulher, grande é a tua fé!”

Estamos falando da mulher cananeia que está em (Mateus 15:21–28)

Essa mulher chega a Jesus com urgência e coragem, pedindo cura para sua filha. Mesmo sendo gentia, ela entra em um território que não lhe pertencia. Ela corria o risco de ser ignorada. Quando Jesus parece recuar, ela insiste com sabedoria e humildade. Sua fé sacode o ambiente mesmo ao ar livre, pois Jesus estava a caminho de uma outra cidade e Ele a elogia publicamente dizendo que a fé dela era grande.

segunda-feira, 23 de março de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida da mulher Sírio-Fenícia - Parte 1/14

A pimenta-do-reino é pequena, intensa e marcante. Ela não domina o prato, mas quando presente, muda tudo. Sua força está no impacto, ela é inesquecível no efeito. Assim, uma “mulher pimenta-do-reino” na Bíblia seria aquela: que não se impõe pelo tamanho ou status,    mas cuja presença transforma o ambiente,  que traz intensidade, firmeza, ousadia e talvez até um toque de incômodo necessário.

A mulher Sírio Fenícia, foi a minha escolha para representar a mulher Pimenta-do-reino.

Ela era gentia, ou seja, não fazia parte do povo judeu. Era de Tiro e Sidon, região da Fenícia, no território atual do Líbano. Sua ousadia surpreendeu Jesus.

Ela vivia num tempo em que mulheres não tinham voz pública, especialmente diante de mestres judeus como Jesus.