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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Somos 7 bilhoes de pessoas no mundo



Há poucos dias as TVs anunciaram que nunca fomos tantos como hoje em dia. Senti um arrepio na espinha. Somos muitos mesmo. E lendo um post lá no Nuvens sobre o Atlântico fiquei ainda mais preocupada.

"No ano passado, aproximadamente 60 mil pacientes não puderam submeter-se aos serviços de radioterapia, e 80 mil não conseguiram ser operados para extração de um tumor: "Além de não conseguir atender a todos — na radioterapia o índice de não atendidos é de 34% e em cirurgia, de 53% — os pacientes começam o tratamento muito depois do tempo devido. No caso dos procedimentos de quimioterapia, o tempo de espera médio foi de 76,3 dias, e apenas 35% dos pacientes foram atendidos com 30 dias (prazo recomendado pelo Ministério da Saúde). Na radioterapia, o resultado é ainda pior: 113,4 dias de espera e apenas 16% atendidos no primeiro mês."

É, além de muitas necessidades que temos no Brasil e pelo mundo a fora, a super populacao é um problema seríssimo. Nao há setor humano que consiga dar conta de tantos doentes, há tantos lixos espalhados, há poucos médicos, pouco dinheiro e conseqüentemente pouco tempo de vida...

Já é tempo de pensarmos em outras solucoes...

Atenção: É expressamente proibido a cópia deste texto e imagens sem a autorização prévia do autor.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Viver a Vida por Lúcia Soares



Quanto mais o tempo passa e a memória me prega peças, mais desconfio que viver é perigoso.
Ando sem saber se falo o que penso, se penso demais, se me calo diante do que me incomoda, se deixo que o tempo se encarregue de mostrar sua verdade.
Porque nem sempre a verdade é nossa. O tempo é dono dela. O que foi importante pra mim aos 18 anos, (por ex.), não é mais importante agora. O tempo cuidou de dar leveza aos meus sofrimentos juvenis e me mostrou que a realidade é relativa. Depende de como vivemos. Depende do peso que damos ao que queremos, ou pensamos, ou fazemos.
O que se foi, baubau! Não volta mesmo e olha que bom! Muitas vezes fugimos de algo ruim e temos "sorte" de conseguir. Outras vezes caimos sempre nas mesmas armadilhas do destino e não aprendemos.
Viver é muito perigoso.
Temos que ter cuidado para não ser feliz demais. Porque a felicidade acaba!
Não podemos mostrar alegria demais. Alegria demais incomoda às pessoas a sua volta. Pode reparar...
Vida certinha, com tudo dentro de um compasso bem estabelecido, coisa mais mentirosa! Ninguém pode ser feliz o tempo todo. Tem muita gente para atrapalhar.
Viver é perigoso, sim.
Mas é para os fortes, para os que não se abatem facilmente. Para os que se levantam da cama mesmo com a perspectiva de um dia igualzinho ao outro, com sua rotina massacrante, com suas horas contadas, milimetricamente, sem deixar escapar nada, senão tem alguém pra criticar.
Ou a gente mesmo cobrar. Não podemos falhar em nada. Somos super-heróis, para o que der e vier.
Se a melancolia insiste em fazer parte de mim, se a angústia do incerto amanhã não se desgruda, se a alegria é empanada pela saudade, isso é problema meu. Eu que me vire com minhas inseguranças, com meus medos, com minhas não-aceitações do que não pode ser mudado. Não porque não possa, mas porque não está em minhas mãos.
Tanta coisa passa pela minha cabeça altamente pensante e escassamente "lembrante", que fico me perguntando se a vida é mesmo assim: viver de esperança, perseguir um objetivo, pensar como as "Griseldas" da vida, que o dinheiro é solução pra tudo.
Apostar que a vida só é boa com muita grana pra gastar. Acreditar que o dinheiro resolverá todos os nossos problemas.
Olhar no espelho e ver que ficamos velhos, talvez sem atrativo algum, pois a amargura tira-nos a beleza, mas acreditando que o dinheiro vai resolver essa parada, que tudo podemos com ele no bolso.
E, o pior de tudo, rezando a Deus e Nossa Senhora para que o bilhete seja o premiado.
Como se Eles pudessem atender a uma trabalhadora forte e saudável, com casa própria e filhos encaminhados, e dar um sonoro "não" pro Zé Ninguém que cata umas moedinhas e faz um jogo, pensando que se ganhar pode ir embora de debaixo do viaduto e levar a mulher, 4 filhos e 2 cachorros pra viver uma vida dignazinha.
O dia em que o dinheiro revolucionar sua vida a ponto de achar que é a solução para todos os problemas, tá na hora de desligar a TV e olhar mais para dentro de si.
Viver bem independe de ser rico ou pobre, com grana ou sem grana. Porque, também, riqueza ou pobreza não tem nada a ver com dinheiro.
O tempo se encarregou de me tornar "filósofa". Filosofia barata, mas é a tal da "minha" verdade. Que o tempo cuida de apurar.
Viver continua sendo perigoso. Com ou sem dinheiro.

Lúcia Soares é uma das escritoras do blog: Em Quantos

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Cuidados, Protecao e Amor

Quando saímos em férias eu providencio uma série de cuidados.
Para a cabeca das criancas as bandanas, elas este ano ficaram a conta na cabeca deles e para o próximo ano tenho que costurar novas bandanas. É uma ótima forma nao só de proteger do sol, mas também de logo indentificá-los na multidao. Tenho lido que no Brasil anda fazendo um calor tremendo, entao, até mesmo para sair para as compras de natal, use Bandanas nas cabecas das criancas.

Soro caseiro: Eu o tenho sempre na bolsa; ou eu compro os pacotes na farmácia, pois aqui eles vendem em pó e ai, é só diluí-los na água ou entao eu levo a minha colherzinha com as medidas para fazer o soro caseiro que ganhei de presente de uma amiga enfermeira no Brasil quando o Daniel nasceu.


Bóias: para os bracos das criancas ou coletes salva-vidas. Você nao pode confiar de que o hotel ou a piscina onde você vai fazer férias vai te oferecer uma. E mesmo assim, nao confie de deixar a crianca sozinha na piscina, tem que ficar de olho permanente, pois crianca apronta...

Banh
eiros: Todas às vezes que a Vivi disse que queria ir ao banheiro; eu a acompanhei. Primeiro por seguranca, segundo para limpar e forrar tudo antes dela se sentar e nao deixar que ela coloque às maos no vaso.
Com a onda da Gripe Suína, todo cuidado é pouco...

Co
mo o Daniel já tem 10 anos, todas às vezes que ele disse que precisava ir ao banheiro, eu fiquei de olho nos minutos, se ele demorasse, o pai já estaria a caminho. Filho é único e nao podemos perdê-lo de vista. Em férias quantas pessoas desconhecidas estao por ali??? Olho vivo.

Este ano tivemos uma experiência nova com o Daniel. Uma tarde enquanto estávamos na piscina ele chegou nos perguntando se poderia ir ao quarto do amiguinho que ele tinha conhecido para pegar um certo jogo para o Nitendo; Fui logo respondendo que ele iria ficar na piscina esperando o amigo voltar do quarto.
Lugar de filho pequeno é perto de pai e mae...



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