Tudo o que sabemos sobre Penina é que ela era ácida, intensa, provocadora uma verdadeira mulher limão. Sua presença não deveria ser fácil, mas foi justamente através dela que Deus despertou algo profundo na nossa mulher erva-doce.
Muitas
vezes, precisamos que alguém nos desafie, que nos tire da zona de conforto, que
nos tire do sério, para que possamos reagir e buscar mais do Senhor.
Por mais incômoda que ela fosse, Penina foi o instrumento que empurrou Ana para
o altar. E foi ali, diante do Senhor, que Ana rompeu o silêncio, derramou a
alma e viu o impossível acontecer. Podemos dizer que Ana, nossa “mulher
erva-doce”, atravessou um tempo de espera temperado pelo azedume do “limão”
chamado Penina.
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