Naquele tempo em que a opressão de Canaã silenciava aldeias e o medo pesava como poeira sobre os caminhos, havia essa mulher assentada à sombra da palmeira. Não era apenas um lugar físico, era um altar vivo, onde causas eram apresentadas e decisões eram temperadas pela sabedoria divina.
Débora, juíza e profetisa, era como a própria palmeira: elevada, visível e resiliente. Assim como a palmeira floresce mesmo em terras áridas, ela trouxe vida em meio ao desânimo de Israel. Como a páprica, sua presença era marcante e aquecia o coração do povo.
Sua presença aquecia os corações desanimados e dava cor às esperanças quase apagadas.
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