Míriam,
ao longo de sua jornada, soube temperar a vida com a medida certa.
Foi apoio firme, exemplo de coragem e voz que se elevava em adoração.
Começou como uma filha obediente, guardando e protegendo seu irmão
recém-nascido.
Mais tarde, liderou o louvor, celebrando a vitória do Senhor, e recebeu o dom
de profetizar. Ela estava no centro da história do povo de Deus e, ainda
assim, não estava imune às fraquezas humanas.
Mesmo
depois de tantos anos servindo, Míriam caiu na armadilha da murmuração, deixou
o ciúme e a arrogância encontrarem espaço em seu coração. Isso me lembra que nenhum de nós está isento de cometer este mesmo erro.
Podemos servir, adorar, caminhar com Deus… e ainda assim precisamos vigiar para
que nossas palavras e atitudes não passem da medida, para que o sal do nosso
coração continue preservando e não destruindo.
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