Como o gengibre, Lídia era refinada e intensa. Vivendo numa época em que a cultura romana imperava, Lídia, mesmo sendo uma mulher, ela foi empresária, uma empresária da sua época e uma adoradora, do Deus Vivo, Ela já desafiava as estruturas do seu tempo sem precisar levantar a sua voz.
Deus a escolheu para ser a primeira convertida da Europa, e ela, com simplicidade e fervor, abriu o seu coração… e logo em seguida, ela abriu as portas da sua própria casa. Ela transformou o seu lar em igreja. Em culto doméstico.
Quem sabe ali começou a primeira célula que até hoje temos e fazemos em nossas casas. Ela fez da sua mesa um altar para o Senhor. Do seu lar um culto. Do ambiente profissional, como vendedora, ela fez um solo fértil para espalhar as Boas Novas do Reino do Senhor.
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