Ana, a mulher erva-doce, doce na fé e persistente na oração, não buscou filhos apenas para silenciar Penina, a mulher limão, ácida e provocadora. Ela queria algo que viesse das mãos de Deus, para devolver a Ele em gratidão.
Este
é um tempo de abrirmos o coração diante do Senhor e deixarmos que Ele lave não
apenas as nossas mãos, mas os pensamentos mais escondidos.
Aqueles que ficam guardados bem no cantinho da alma, onde é escuro, onde não
deixamos ninguém entrar. Muitas vezes, colocamos uma capa por cima, para que ninguém veja as rachaduras. Mas Deus não se impressiona com a capa Ele conhece o que está por baixo.
E é ali, nesse lugar secreto e vulnerável, que Ele quer tocar, curar e alinhar
o nosso coração ao d’Ele.
Que Jesus nos abençoe nesta caminhada com Ele.
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