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sábado, 21 de fevereiro de 2026

O aroma que a Bíblia nos traz na vida de Ana e Penina - Parte 3/17

Eu acredito que, no início, o desejo de Ana por um filho estava ligado a algo muito natural para sua época: dar ao seu marido um herdeiro que desse continuidade ao nome da família. Naquele tempo, ter um filho homem não era apenas motivo de alegria, mas também uma questão de honra e segurança.


O filho carregaria o nome da linhagem adiante, garantindo que a memória e a história da família permanecessem vivas. E, mais tarde, na velhice, ele seria o amparo e sustento da mãe, especialmente se ela ficasse viúva. Para uma mulher daquele período da nossa história, um filho representava não apenas amor e afeto, mas também proteção, dignidade e futuro.

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