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quarta-feira, 23 de junho de 2010

A internet cada vez mais importante


Todos nós sabemos que a internet se tornou o meio de comunicacao mais importante do momento.
Sua publicidade superou em muito às expectativas. As redes virtuais crescem a cada dia e cada dia aparece no mundo cibernético um novo site de relacionamentos, de imagens, de contato. Sao 50 milhoes de solteiros no mundo procurando alguém pela internet. Fiquei assustada com esse número.
Foram tantos os convites para que eu entrasse no facebook que acabei fazendo, simplesmente para que nao me enviassem mais nenhum convite, e já sai no mesmo dia.
Eu vejo a coisa assim: Me parece que eu me meti numa teia de aranha, onde cada um que tece uma teia/ rede nova, quer que meu fio também esteja lá.
E assim vamos todos nos emaranhando na rede virtual. Cada dia surge uma coisa nova onde todo mundo tá querendo fazer parte e quer carregar o outro também. Sao tantas portas e janelas abertas da nossa vida que muitas das vezes eu me pergunto que tempo tem aquela criatura para a vida real. E será que a real funciona tao bem quanto a virtual?

A estatística diz que a internet só nao superou ainda a TV e as Revistas, mas acredito que seja questao de tempo. Uma boa parte das pessoas estao preferindo ler as notícias, os jornais através da internet. Eu mesma, leio as notícias do mundo todo online, logo cedo com a minha xícara de café.
E vejo que uma minoria ainda prefere ir ao jornaleiro, comprar seu jornal, sentar-se numa cadeira, com uma xícara de café para lê-lo, enquanto fuma o seu cigarro ou o seu charuto.
Mas acredito eu, que a nova geracao nao vai sequer adquirir este hábito, simplesmente por nao tê-lo conhecido antes.
De alguma forma pensar que o jornal que é feito de papel, num futuro onde certamente eu nao viverei, nao existirá mais, me deixa triste.

Atenção: É expressamente proibido a cópia deste texto e imagens sem a autorização prévia do autor.

34 comentários:

Allan Robert P. J. disse...

Georgia,

O fim do jornal de papel está muito mais pr♀ximo do que você imagina. Aguarde.

Tucha disse...

Resisto a entrar em algumas redes, tento viver a "vida real" e utilizar do que é bom na internet. Mas sem dúvida ela trouxe consigo transformações que mudaram para sempre a vida de muitos.

Eduardo P.L disse...

Georgia,

eu não tenho dúvidas que o mundo da informação e comunicação social passa inevitavelmente pela internet!
Num futuro próximo, e muito mais próximo do que se possa imaginar, nossas casas serão administradas por um aparelho misto de TV e PC, que não só nos fornecerá contato com o mundo externo, como gerirá todas as funções da casa, água, gás, energia elétrica, portas, janelas, dispensa, banco, e etc. Será o centro de tudo, fora e dentro de casa!

ligadona disse...

Acredite ou não eu cheguei a aprender marketing com a Internet! rsrs..
=1

Lúcia Soares disse...

Georgia, não quero acreditar que o futuro dos meus netos será tão frio e cibernético assim.
Acho que os livros, revistas e jornais sobreviverão bravamente.
Cabe a nós não deixar que isso aconteça, em parte.
Como viver sem o prazer de um livro nas mãos?
Para mim, impensável!
beijos!

Heloísa disse...

Georgia,
Como você, eu entrei no Facebook diante dos muitos convites, mas fiquei somente dois dias.
Quanto ao fim dos livros e jornais, não consigo nem pensar. Para mim, a leitura de um jornal impresso, e de um livro, podendo folhear, é insubstituível.
bjs

Eliane Pechim disse...

Meu marido é um desses que prefere ler o jornal em papel enquanto bebe seu café. Eu já prefiro ler as noticias online, porque seleciono so o que quero e tenho acesso a zilhoes de noticias fresquinhas. Quanto às redes sociais, ainda nao aderi totalmente a elas. Tenho Orkut mas nunca uso, nao vejo sentido em "tentar encontrar amigos do passado".Ora, se fossem amigos nao estariam no passado, certo? Entao para que encontrá-los?

Beth/Lilás disse...

Também acho que será triste não termos um livro ou mesmo jornais nas mãos, mas o mundo caminha para o virtual, não tem mais jeito.
Você não ouve ninguém te perguntar endereço e sim se tem email.
Até as músicas hoje já são digitalizadas e feitas através da informática, tenho medo que até músicos percam suas profissões, pois manter uma orquestra também é caro, né.
Novos tempos!
bjs cariocas

Fábio Mayer disse...

orkut, facebook e similares devassam perigosamente a vida das pessoas.

Não tenho perfis neles, no máximo guardo o endereço, não o acho meios seguros de comunicação e me incomoda essa coisa de contar detalhes pessoais da vida em um negócio qe pode ser acessado por qualquer psicopata.

O número assustador de casos de pedofilia e de processos de dano moral por imagens indevidas, bulliying e coisas parecidas na internet deveri servir de alerta, para que as pessoas voltem a ter cuidado com sua intimidade.

Pedrita disse...

eu gosto dessas formas de interação e elas são muito importantes profissionalmente. mas virar escravos dela não faz sentido. beijos, pedrita

Chica disse...

É mesmo grande a importância da internet em nossas vidas. Prefiro ficar apenas com meus blogs.Cheguei a entrar no Twiter e saí.Não aceitei convites nas outras redes, pois ao final, se nos descuidarmos, não viveremos mais o mundo real. Isso não dá pra acontecer!beijos,chica

Vanessa disse...

Georgia, busco sempre o caminho do meio e não vejo a internet como algo tão frio assim. Veja vc a experiencia bem sucedida do encontro do O que elas estão lendo, serve para provar que existe gente do outro lado que vale a pena conhecer. Seu eu não tivesse perdido tempo lendo seu blog não as conheceria, então não perdi tempo. Eu gosto de conhecer as novas tecnologias mas não posso ser classificada como geek ( apaixonada por elas). Uso twitter e facebook não mais que 15 minutos ao dia para cada um e eles já me servem para fazer negócio, contatos de trabalho, ter notícias de amigos que estão distantes e até falar com a minha irmã que mora em outro estado . Ah, e serve como fonte de informação pois o que mais recebo por ali são notícias. Penso que o futuro será da conexão e das redes sociais , não como forma de distanciar pessoas mas, como já acontece, como maneira de otimizar a vida. As pessoas continuam querendo viver a vida real. Quem esquece do real pelo virtual está com algum problema, não é regra.

beijos

Bel disse...

Geo, acho que tudo deve ser na medida do equilíbrio. A internet me trouxe muuuuitas coisas boas, e vc é prova disso, mas não deixo de ter vida real - e bem vivida - e os livros/jornais/revistas de papel continuam presentes na minha vida. E deverão continuar seeeempre.

Bjoooo

Jota Sena disse...

Olá Georgea boa noite!

Obrigado por tua visita. Em relação a tua postagem é sempre bem vinda as invações que o mundo nos oferece. Mas devemos usar estas com moderação... Sendo assim, não prejudicamos nossa vida real.

Abraços e até +.

Sonia disse...

A Internet para mim é como um milagre, aproximando pessoas, respondendo a nossas perguntas a um simples clique, permitindo viajar por lugares onde dificilmente iremos algum dia. Mas, como tudo na vida, há que saber dosar.
Essa febre de redes sociais... pra que tantas? Estou no Multiply há 6 anos, onde fiz amizades que passaram do plano virtual para o real, onde encontro companhia para conversar quando estou me sentindo só.
Entrei para o Facebook porque, embora não parmitindo um diálogo mais elaborado, é onde estão muitos amigos e parentes espalhados por esse mundão afora. Mas pra que entrar para cada nova rede que aparece? Já notei que são quase sempre as mesmas pessoas que estão em todas.

Albuq disse...

Oi Georgia!

Bem, que a internet invadiu nossa vida de forma impressionante isso é fato, entretanto, eu acompanho tudo, mas, não abro mão dos meus livros de papel, do jornalzinho da manhã 'com café, da revista "História Viva" que eu adoro, de escrever meus textos no papel, de escrever cartas...
Apesar de refletir sobre isso e também ficar triste com a possibilidade de tudo isso se perder, continuo fazendo coisas antigas do mesmo jeito, porque fazem parte de mim.

bjs

Sonia H disse...

Georgia,
No início relutei muito a usar a internet, no ínício mesmo, sabe, lá pelo início dos anos 90, quando eu ganhei meu primeiro computador do marido. Depois, fui gostando, principalmente por que eu podia me comunicar com meus familiares no Brasil através de e-mails, irc, icq na época. Eu podia ler os jornais do Brasil - tudo foi se tornando fascinante para mim. E ainda é em muitos sentidos. Por exemplo, para pesquisar quando se sabe a fonte das pesquisas, é excelente!
Mas confesso que nos dias de hoje, sinto-me como você em alguns casos. Entrei no Facebook também por um convite. E não saí porque mantenho contato com familiares na Holanda, amigos que não via há tempo da faculdade, alunos que me adicionam.
Mas não estou lá para ficar alimentando bichinhos, plantando legumes, entende? Acho tudo isso chato. Não me atrai.
Enfim, gosto da comodidade da internet. Este é o universo dos nossos filhos, dos meus alunos - os nativos digitais e tenho de estar antenada a tudo isso - confesso que em muitos casos eu me esforço muito (risos), mas ainda sou muito apegada aos livros, ao jornal de papel, às cartas, aos postais, a um abraço, a um olho no olho... .
Acho que sempre temos de encontrar um meio termo...
Beijos,

Camille disse...

EU tb leio as noticias pela internet. Nunca adorei o formato do jornal, aquele papel, ja adoro as revistas. E o livro? Comprei um livro que pergunta se a internet vai superar o livro. Espero que nao, realmente. E acredito que voce tambem nao. Tb adora os livros.
Quanto ao facebook, estou prestes a sair tb, entrei ha 3 semanas e estou adiando essa saida. Encontrei varios amigos do Rio e fiquei feliz com isso. Acho que se sair nao os encontrarei de novo. Eles estao ali firmes, todos os dias ligados no facebook. Uma professora muito querida tambem, uma mestra, com quem convivi anos, ela posta ou sei la como fala ali, varios textinhos durante o dia. Tambem esta morando num lugar super afastado e assim se contata com as pessoas.
Beijos querida e fique com Deus,
Cam

Maria Augusta disse...

Georgia, acho que é a maior vantagem e o maior perigo da Internet é a comodidade. Como você disse, basta ligar o computador a qualquer hora para se ligar a tudo e a todos no mundo, sem sair de dentro de casa. Muitos hábitos como este que você disse de ir ao jornaleiro, ir ao café, coisas que nos permitiam ver pessoas e com elas conversar, vão desaparecendo aos poucos. A Internet nos aproxima de quem está longe mas nos afasta de quem está ao nosso lado e as consequências desta vida exclusivamente virtual ainda não se pode avaliar, mas acho que trarão muitos problemas nos relacionamentos humanos.
Um beijo grande para você e um bom dia (por aqui esta semana está bem ensolarada).

pensandoemfamilia disse...

Olá
A NET é um manancial de oportunidades, sem dúvida, mas eu amo gente e por mais que a rede facilite o conhecimento de pessoas, não substitui o tete a tete-a-tete.
Não dispenso um bom livro, enfim, tenho receio, como vc, pelas gerações futuras. O hábito é imprescindível e os jóvens não usufruem dos prazeres que nós mais velhos tivemos. Enfim....
bjs,

Teresa disse...

Olá Georgia
Não há dúvida que a internet e as redes sociais estão aí para ficar e é melhor não ficar a chorar por um mundo que já não volta mais. Apesar de alguma nostalgia, até acabo por achar que é melhor desaparecer o jornal em papel, o planeta agradece!
Eu não tenho uma ideia tão negativa, também , das redes sociais. Há que utilizar com bom senso. E não há vida real e vida virtual: há vida!
Bjs

João Menéres disse...

OI, GEORGIA

Pois eu há meses que penso no teu tema de hoje...
É VERDADE que tudo se está a modificar a uma velocidade super-sónica.
E, como o EDUARDO diz, o jornal em suporte de papel, vai acabar MUITO EM BREVE.
Como me deito muito tarde, antes de o fazer, leio o jornal on-line, que a empregada de manhã me apesenta impresso em papel.
Mas a REVISTA semanal da nossa preferência vai ter SEGURO DE VIDA por muito mais tempo!
Quanto às redes sociais - embora as não defenda - tenho que ser franco: graças ao face book, reencontrei amigas VINTE ANOS DEPOIS!
Algumas até estiveram na Inauguração da minha Exposição !!!

Um beijo.

rocosta disse...

Tenho em minha vida real muitos livros e discos de vinil, mas a internet e toda a mudança que ela trouxe e vai trazer? Um caminho sem volta, nos resta saber dosar.
Beijos, muitos!

Aninha Pontes disse...

Pois é. Se não tomar cuidado, não sobra tempo prá mais nada.
Faço meu tempo, dou uma espiadinha aqui e ali, e vou caindo fora. Mas tb serve para o contato com pessoas distantes e queridas.
Parece que a falta de tempo das pessoas, fizeram com que optassem pelas leituras on line, mas ainda acho que nem tudo é perfeito, prefiro um livro, de papel.
Beijos.

Bia Mendonça disse...

Ge, confesso que faco parte da geracao que nao le jornais de papel... mas aqui na Suica comecei a fazer isso mais, ja que nos trens, eu sempre achava uma revista ou um jornal para praticar o alemao!

bjos

Cris Caetano disse...

Huuummm, não sei. Acho que o jornal de papel e os livros resistem ainda uns bons anos.

Mas gosto do Facebook. Não sei te dizer se é com a maioria, mas comigo aconteceu de criar amizades virtuais em função dos joguinhos e da partilha de música. Claro que há ali gente interessada no engate, como se diz lá na terrinha, mas a opção "excluir" existe para esse fim.
Aprovo o Facebook, e só... por isso sai do orkut, uma única rede de relacionamentos é suficiente para mim. :)

Porém, recebi um convite "sinistro", o qual não aceitei, de um tal de Badoo. Não sei como funciona bem a coisa, mas acho mesmo que é apenas para encontros. Sou antiquada, prefiro que a vida coloque o amor no meu caminho, acho estranho escolher uma pessoa como se escolhe uma roupa ou um sapato. ;)

Beijão

Ivana disse...

Georgia, concordo que a tendência da informação é concentrar-se na internete. Não acredito que seja reversível o movimento. A internete está para os jornais/livros, assim como está/esteve o CD para o antigo LP, o walk man para o ipod e assim vai!
Pensando no que escrevestes, percebi que faz muito tempo mesmo que não folheio um jornal. Leio tudo aqui, na tela do computador.
Beijos!

Ateliete® disse...

Olá Georgia,
Cheguei ao seu blog através do casos e coisas da bonfa. Gsotei do sue comentário dando sugestões do idioma alemão. Como também sou uma brasileira morando na europa, vim aqui "espiar" um pouco.
Li todo o seu texto, e acredito que a internet, assim como os outros meios de comunicação só fará mal a quem não tem controle e não sabe dosar a vida real da virtual. Me senti como vc em relação ao face book, entrei para parar de receber convites. Porém a internet me traz a próximidade com a minha família que está toda no Brasil, falo e vejo meus familiares todos os dias, seria muito difícil sem internet.
Li no seu perfil que também gosta de fazer artes em todos os sentidos. Eu também. E devido a minha vinda para Holanda me envolvi ainda mais com o artesanato e hj faço do hobby uma profissão.
Excelente quinta-feira para vc e sua família.
Até mais
Eliete

Bergilde Croce disse...

Para usar a rede amiga é preciso bom senso,e isso infelizmente falta à maioria das pessoas.Atenção especial aos mais jovens porque são os mais suscetíveis aos perigos deste espaço que é bem mais real do que se pode imaginar!
Feliz final de semana e muitas felicidades pro Daniel!

Marco disse...

Mudam-se os meios, mas as buscas continuam as mesmas. Não tem essa sensação? Grande abraço

Cida disse...

Pois é Georgia... Não da nem prá imaginar onde é que nós vamos parar!...:)

Fico a pensar na geração da minha neta (2 anos), que já nasceu com toda essa parafernália por aí...

Em tudo devemos ter a medida certa, não é? Não podemos nem ficar no 8 e nem beirar os 80. E torcer para que tudo de certo, e que os valores não se percam pelo caminho.

Grande abraço verde e amarelo.

Cid@

Iza disse...

Oi!

Faz um tempo que queria comentar este texto.

A Internet surgiu em minha vida quando eu já tinha 40 anos. Nunca me acostumei com orkut, msn e outros sites de relacionamentos. O que mais me prende são os blogs.

Uso o twitter muito mais para saber das notícias, já que sigo um número considerável de sites de notícias.

É impressionante como surgem a cada dia mais e mais novidades que nos fazem cair realmente "na grande rede". Sempre que posso escapo. Já tive algumas vezes no facebook, mas nunca soube onde está a utilidade deste site.

Vou comentar mais acima.

Ana Filipa Oliveira disse...

Os meios se multiplicam, mas nao se apagam uns aos outros. Gracas a isso ainda temos um dos meios mais antigos bem actual e requisitado: o livro. Veja pelas bibliotecas das cidades... e se os pais, como eu e você, mantivermos o hábito, por exemplo de ler o jornal, o nosso filho pode pegá-lo com mais facilidade. Nao fica triste, nao ;-)

Depois dos 25, mas antes do 40! disse...

Concordo com a Lúcia Soares, ainda prefiro acreditar que o jornal, revista e livros sobreviverão a esta onda tão fria da internet. Ela é ótima, mas como tudo na vida, tem que ter cautela.

Ótimo texto!

Beijos