Você faz toda a diferenca!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Lampioes e lamparinas de querosene

Foto retirada DAQUI

Nós tivemos uma igual a essa em nossa casa.

Saudade nao tem idade.

Eu me lembro que tínhamos luz bem fraca em nossa casa. E que tínhamos algumas telhas transparentes no telhado que me deixava fascinada. Durante o dia a claridade iluminava naturalmente o ambiente e à noite podíamos ver o clarao da lua. Hoje em dia existem telhas de vidros coloridas e tijolos de vidros onde às pessoas levantam uma parede e utilizam a luz.
Alguns dos nossos vizinhos nao podiam pagar a luz elétrica que estava chegando em nosso bairro. Eles usavam lampioes à querosene como nós antigamente. Lembro que minhas amigas e eu líamos usando a claridade dos lampioes, lamparinas ou velas.
Em algumas famílias eles usavam lampioes à gás, o que hoje em dia sao usados pelos escoteiros.
Nós que vivemos uma nova era é muito natural colocarmos os dedos no interruptor, prescioná-los e recebermos a luz.
A lâmpada foi inventada há 120 anos atrás. Agora imagine você falando para uma geracao como a nossa de Nitendo, Handy, Notebook, Lap tops, etc, de uma era de lampioes? rs.
Eles nao têm idéia do que seja isso.
E você, viveu essa época? Lembra? Me conte.

Desejo a vocês um fim de semana com muita LUZ!

Atenção: É expressamente proibido a cópia deste texto e imagens sem a autorização prévia do autor.

21 comentários:

Tucha disse...

Lembro dos lampiões quando iamos para a fazenda. Deixavam um luz amarelada e cheia de sombras. Algumas noites nos reuniamos para contar histórias de assombração e as sombras que deixavam, deixavam a imaginação infantil a mil...

Eliane Pechim disse...

Ih, tinham montes de lampiões na fazenda da minha avó. Eu adorava as sombras que eles faziam, como a Tucha mencionou. Pessoal na roça acordava cedo e dormia cedo também porque não tinha nem luz elétrica, pelo menos não na fazenda da minha avó. Minha avó já morreu, a fazenda foi vendida e ficou só boas lembranças e muita saudade daquele tempo. Eita! Bom fim de semana

Sonia Schmorantz disse...

Lembro dos lampiões, nas colônias, onde passava férias com parentes, brincava muito com as sombras que se podia fazer nas paredes..
beijos, otimo fim de semana

Maria Augusta disse...

Georgia, lembro sim dos lampiões a querosene quando íamos ao interior, a luz era fraquinha, mas como a eletricidade falhava, era a única solução. Gosto muito de lampiões e lampadários, acho romântico, comprei um em miniatura para a decoração aqui em casa.
Beijos para você e um bom fim de semana.

Pedrita disse...

eu sempre comento sobre isso. meu pai dava consultoria em algumas fazendas e a luz elétrica lá não era essa facilidade toda. era normal ficarmos sem luz e brincarmos na escuridão. onde moro tb já faltou muita luz e voltou a faltar. e pela minha experiência na infância, acho mais mágico do q um terror. tenho medo de andar nas ruas pelos perigos, mas estando em casa, gosto muito de ter q usar a criatividade e pensar em coisas diferentes pra fazer sem a tecnologia. beijos, pedrita

Francy´s Oliva disse...

Eu tenho um lampião aqui em casa, ganhei de presente no meu aniversario no ano passado. O meu é com querosene, já o usei por conta dos apagões que estão se tornando comuns aqui em São Paulo, o problema mais foi o cheiro, mas fiquei sabendo que tem um produto que substitui o bendito querosene, mas ainda não tive tempo de procurar isso. Beijitos

Silvana Mello disse...

Nossa, a última vez que vi um desses faz 30 anos mais ou menos, na fazenda do meu tio. Quando anoitecia era breu total. Ele tinha vários lampiões.Ah, mas aquela luz amarelada me dava um nervoso. rsrsr Bjss

Lulu on the Sky® disse...

Vc acredita q nunca vi um lampião na vida?
Big Beijos

Beti Timm disse...

Poema em linha reta

Fernando Pessoa
(Álvaro de Campos)



Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.


Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...


Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,


Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?


Georgia, o comodismo não faz parte da minha rotina. Tenho uma casa, uma família, um pai de 86 anos que cuido e mora comigo e que m não me dá um momento de sossego, mas que nunca vou abandonar. Uma situação financeira deixada por ele e que tenho que administrar. Sou o homem e a mulher da família, e as vezes nem sei como consigo administrar minha arte, é uma luta constante.
Portanto agi apenas de boa fé, como a Loba que pagou o pacote e se empenhou na campanha para o Encontro acontecer e só se afastou por motivos particulares. A nossa boa fé, não justifica o crime. Ele é o BANDIDO, não importando por quais motivos cometeu o crime. Fiquei triste e decepcionada com o seu comentário tão duro e poderia até inibir meu grito por justiça, (como aconteceu com um participante que está envergonhado para se identificar, ao verificar os "prés julgamentos" que tem visto).Isso é lamentável, pq só estimula a impunidade, que deveria era ser combatida.


Desculpe-me se estou desabafando, mas não seria verdadeira se não o fizesse.

Beti Timm

Allan Robert P. J. disse...

Morei com meus avós em Itaquira (RJ) por um ano. Lá não havia luz elétrica nem água encanada. Usei muito os lampiões e lamparinas. A saudade que a lembrança provocou me fez sentir o cheiro do querosene queimando. :)

Giane disse...

Oi, Georgia!

De lampiões eu não lembro, lembro de lamparinas e velas.
E também de ter crescido em um tempo que o vídeo cassete sequer tinha sido inventado ainda e os orelhões eram de ficha que duravam três minutos e fazia um barulhinho quando caia...
Daí a expressão: "caiu a ficha?"

Beijos mil!!!

Georgia disse...

Beti, nao foi minha intencao te deixar decepcionada. Também nao sou uma pessoa que deixa um comentário para bajular as pessoas, sou extremamente sincera naquilo que digo, assim como você e gostei demais que você deixou um comentario aqui, assim eu pude vir aqui me desculpar. Assim como escrevi no meu comentário lá na Luma que o meu comentário nao era para ofender a ninguém e muito menos a você. Exatamente pela minha sinceridade de opiniao.
Mas estou vindo aqui me desculpar, pois você é umapessoa muito especial prá mim.

Um grande abraco

Beti Timm disse...

Te entendo Georgia, se mencionei estar chateada, é pq tb te estimo e qdo a pessoa não tem nenhuma importância para mim, eu deixo passar, mas qdo essa pessoa representa algo para mim (bom) eu sempre tento esclarecer. E além de tudo não vamos permitir que o sr Betho cause mais estragos do que já fez e ainda por cima maculando amizades e sentimentos verdadeiros, já que ele não sabe o que isso significa. Mas isso eu não vou permitir que ele faça, e mesmo que eu não seja devolvido o que investi, não vou deixar ele passar impune por seus atos.

Desculpe meu desabafo, mas eu tinha que fazê-lo.

Somos superiores a ele com certeza!

Beijos

Sonia disse...

Lembro dos lampiões na casa de minha avó paterna, quando eu ia passar férias na roça.
Lembro também dos acampamentos de bandeirante, quando eu era adolescente - chato era ter que limpar todos os dias.

Nana disse...

Bom, eu ouvi falar de lampioes pela minha mae q morava no sitio... eu ia morrer d medo d ficar no escuro...rsrsrs. Bjs e fique com Deus.

Chica disse...

Que lindo isso,Georgia!beijos, lindo domingo,chica

Beth/Lilás disse...

Geórgia,
Eu sei bem o que são estes lampiões, mas não me lembro de usarmos lá em casa, eram velas mesmo.
Acho lampiões objetos bonitos, meio lúdicos e românticos até, pelo menos ficam bonitos em poesias que falam à luz dos lampiões.
bjs cariocas

Cris Caetano disse...

Adoro lampiões, aliás, adoro antiguidades. Havia um no sítio dos meus avós que se manteve lindo durante anos, até que o caseiro mudou e com ele veio a sua mulher que se tornou a faxineira. Ela era um bocado estabanada, arrebentava até as quinas das paredes com o aspirador de pó... rsrsrs, e o lindo lampião não resistiu nas suas mãos. Fica a história. :)

Beijo grande.

Dalva disse...

Goergia,

na casa da minha avó, com quem eu morei quando criança, não tinha luz na parte de cima do sobrado, onde ficavam os quartos. Lá sempre era iluminado por lampiões à querosene. Lembro perfeitamente do cheiro, das sombras, da fumaça escura que sai deles... Era mesmo um tempo diferente! Hoje, quando visito aquela casa (minha avó ainda mora lá), vejo que tem luz em todos os comodos, mas perdeu um pouco do seu encanto. Sei que não é só por causa da luz: é que tudo passa, nós crescemos e muita coisa fica pelo caminho. Adoro estes teus post nostálgicos!

Bjs.

Leci Irene disse...

Eu lembro bem deles na casa de minha avó. Hoje temos um em casa, para enfeitar...

Anônimo disse...

Você ficaria surpresa como eu quando resolvi fazer um TUR pelo Brasil central a pouco tempo, e fiquei encantado e embasbacado quando me deparei com um CARRO DE BOI sendo usado como meio de transporte de carga, ou seja aquilo que CINQUENTÕES como eu acreditava ter ficado no passado ainda é usual no interior do nosso Paiz continental, pode ter certesa que o SAUDOSO LAMPIÃO ainda exixte e é util em alguns lugares do interior brasileiro. Abraços...
Ari