Você faz toda a diferenca!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

A rotina estraga muita coisa?


Faz pouco tempo que visito este blog, mas gosto muito do que eu leio por lá.
Uma vez ela postou um assunto que hoje em dia vejo cada vez mais distante dessa realidade permanecer: "Um Amor para a vida inteira ". Clique AQUI se você quiser ler o post. Respondi a ela o seguinte:

Amor pra vida inteira, está em extincao. É muito difícil o dia a dia a dois. Eu mesmo tenho fases como a lua e olha que nem eu me agüento dirá uma outra pessoa que nao está em mim.
Mas sou da opiniao que nao adianta trocar de parceiro, os problemas e as dores da vida vao juntos e pior ainda numa segunda ou terceira relacao vamos ficando cada vez mais exigentes com a gente e com os outros e eu acho que seja por isso que está tao difícil das pessoas hoje em dia se encaixarem, porque todo mundo só quer carregar o lado bonito de cada um. O meu mal humor ninguém mais quer me ajudar a carregá-lo e eu tao pouco o mal humor do outro. Onde estaria o AMOR?
Vejo que as pessoas querem amores para mostrar pra todo mundo que tem um amor.
Tem que ser bonito, barriguinha sarada, essas coisas. E quando a barriguinha se for? E os lindos cabelos, e as rugas aparecerem? Como fica o amor que só foi apresentacao?
Eu acredito que o Amor é feito para ser levado sim também o lado feio de cada um e achar juntos uma saida e nao trocar de parceiro porque a coisa nao está legal. Aliás chamam a isso de incombatibilidade de gênio. E essa palavra caiu no gosto das pessoas... Sei lá.
Como muitos aqui sabem, esse é o meu segundo casamento, mas nao foi por falta de compreensao que o casamento nao se prolongou. Uma traicao seguida de gravidez do outro lado fica difícil de se continuar a mesma caminhada porque um filho na parada fica muito difícil. Sei de casos que o casal pela mesma coisa que eu superaram juntos. ... mas cada caso é um caso.
Mas neste post quero falar das pessoas que estao só querendo "ficar", querem egoisticamente ser feliz, mas sem precisar agüentar o dia a dia juntos.

Atenção: É expressamente proibido a cópia deste texto e imagens sem a autorização prévia do autor.

36 comentários:

João Menéres disse...

Este mês, festejei o 46º aniversário do matrimónio...

Um beijo, GEORGIA.

Fábio Mayer disse...

Vivemos numa época de aparência demais e essência de menos, uma sociedade egoísta onde o "eu" é mais importante que o "nós".

E os casamentos e relacionamentos refletem isso...

Gisley Scott disse...

Oie Geórgia,

as pessoas das ficadas dizem que rotina estraga o relacionamento.Eu vejo que todos nós temos relacionamento conosco mesmo, com nossos estudos, trabalhos e com a nossa casa, que, de uma certa maneira, é uma rotina...Se a gente fizer do companheirismo, compreensão, flexibilidade, amor e respeito uma rotina, aí as coisas não estragam.

E outra, pessoalmente eu acho que não há nada de triufante de sair com um e com outro, transar com um e com outro, pq a pessoa pode passar uma imagem do que ela não é pra esse bando de parceiros, mas quem conquista o esposo/namorado todos os dias até que a morte os separe, essa sim é uma pessoa de tirar o chapéu.Nunca vou esquecer o que o Dinho dos Manonas Assassinas disse:

"Homem[ ou mulher- nota minha] não é aquele(a) que conquista varias mulheres[ou homens], mas sim aquele(a) que conquista a(o) mesma(o) mulher[homem] todos os dias, várias vezes".

vc colocou bem: arranjar um novo parceiro não resolve o problema, mas com ele trará tb novos desafios. É só uma questão de tempo.

Bjos!
Post 10!

disse...

Mês de julho mais precisamente no dia dez, completaremos 35 anos de casados. E também não consigo entender as pessoas de hoje. Fazemos parte da pastoral dos noivos (somos católicos) e muitas vezes nos indignamos com certas atitudes dos noivos que por lá passam. concordo com você, seu texto é perfeito. Trocar de parceiro com certeza de nada adianta. O que adianta é assumirmos as promessas feitas no dia de nossas núpcias.
Amo meu marido como se fosse o primeiro dia que nos conhecemos e casamos a cada dia de nossas vidas.
Nos veremos na blogagem de Mylla e ela já está de volta ainda muito triste.
Beijos minha linda, sempre bom vir por aqui.

Eliane Pechim disse...

As pessoas não querem comprometer nada e acham que o outro têm de oferecer tudo a elas, trazer um conforto e um aconchego que elas de outra forma acreditam nunca vão conseguir. Nunca vivemos uma geração mais imatura e despreparada para o amor adulto do que esta.

Chica disse...

Eu e meu marido temos mais de 41 anos de casamento e estamos tri felizes. Passamos por tantas tempestades e sobrevivemos pois noso amor é firme.Imagina com 4 filhos, as trovoadas que passamos, eles casando, descasando, recasando,rsrssr..Sempre "novidades"metc.etc e podes imaginar quantas eteceteras,srsrsr...beijos,chica

Mari Amorim disse...

Georgia,
adorei seu post.
Não me casei ainda,tentei por algumas vzs,mas não rolou,ainda espero encontrar alguém bacana,para compartilhar os bons e maus momentos que a vida oferece.

Mari Amorim disse...

Boas energias,
Mari

Fatima Cristina disse...

Oi Georgia,

O casamento não precisa ser para todos. Há pessoas que não se adaptam à vida de casada. Há outras que não querem perder a famosa "liberdade". Eu vou completar este ano 15 anos de casada. Acho que comigo funcionou. Teria casado com o Darling de novo se fosse escolher agora. Mas, sem dúvida alguma, nem todos os dias conseguimos ter "compatibilidade de gêneos"! E essa diferenca é essencial para o nosso crescimento como indivíduos e pais!

Beijos!

Cadinho RoCo disse...

Sublime. Receba meu aplauso de pé e emocionado por deparar com depoimento tão lúcido, direto e pleno de razão e maturidade.
BRAVO!
Cadinho RoCo

Cris Caetano disse...

Eu vou ter de concordar... o dia a dia a dois é complicado pela individualidade de cada um, mas acho que enquanto existe, amor, amizade e respeito vale a pena investir e continuar o caminho juntos.

O outro e nós próprios nunca vai agradar sempre, mas dar o melhor que podemos e receber isso é o suficiente pra continuar uma relação.
Agora ter um "amor" para não ficar sozinha e mostrar ao mundo, tô fora.
Também acho que uma bunda dura e um abdomem tanquinho não tem importância nenhuma se o outro é um parceiro bacana.
Acho que concordei com tudo no final das contas porque eu sou favorável ao "feliz (seja lá o que isso for) até que a morte os separem".

Beijão

Tucha disse...

Acho que cada pessoa tem que buscar seus caminhos de felicidade na vida amorosa. Há os que tem a sorte de um amor tranquilo e duradoro outros não... Mas não é impossível ser feliz sozinho ou com breves amores.

Albuq disse...

Oi Georgia!

Que legal a ponte que você fez, me senti lisonjeada.

Eu quero um amor prá minha vida, mas, um amor que conviva comigo sabendo que tenho dias péssimos e de um mal humor que nem eu me suporto kkkk
Acredito que a rotina deixa as coisas comuns, mas, que vale a pena quebrar vez por outra prá esquentar a relação... e se um dia a relação acabar, é uma pena, mas tem situações que não tem como mesmo, como você mesmo citou.

bjs e amei o post!

Camille disse...

Vou ler esse post. Mas adorei o seu. Voce pode falar de um amor para a vida inteira, por que tem construido sua vida de forma solida e bem edificada. Penso que Amor mesmo, é para a vida inteira por definiçao. Tem gente que casa por paixao, por enfim uma porçao de sensações passageiras. Amor é um sentimento, penso eu. Meu primeiro marido é um amor para a vida inteira, embora nao sejamos mais casados. Somos amigos e unidos.
Beijos da Cam e votos de felicidade eterna para voces,

Celso Ramos disse...

Olá Georgia!!
Bom você levantar essa bola, digo falar sobre esse assunto que me parece tocar em áreas muito mais profundas do que única e exclusivamente no ego das pessoas. Vivemos um tempo em que é possivel observarmos que os pais não ensinam mais seus filhos a lhe dar com perdas...o sujeito (ou a "sujeita") cresce tendo tudo a mão....tudo mesmo...sem pesar o sacrifício que aquilo custou. Resultado: no momento da vida adulta quando ele ou ela se vê numa situação de frustação não consegue resolver...pois passou a vida inteira acreditando que tudo e todos giravam ao seu redor (que ela era o centro do universo)!!!! Eu e Jacqueline aprendemos a cada dia um com o outro eu muito mais com ela!!! Mas também observamos esse tipo de orientação que é comum nos dias de hoje quando por qualquer "nada" a criança faz birra, bate o pé e leva porque o pai ou a mãe estão muitos cansados pra confrontar....Imaginem que adultos serão. Os monstrinhos estão crescendo, prepotentes, intolerantes, egoístas, irreverenes, desobedientes aos pais..ih!! acho que já li isso em algum lugar!!!!

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...

Gostei da sua reflexão.
Realmente um amor que dure precisa reunir muitos elementos: amor (óbvio rs), respeito, companheirismo, união.

Relações que se baseiam em superficialidade logo acabam. Idem as que não há respeito mútuo, honestidade.

amor para a vida inteira, é algo a se pensar. Creio que seja algo muito difícil.

bjos, bom dia

Beti Timm disse...

Quando sinto que a saudade extrapola a normalidade, preciso acalmá-la.
Por isso estou aqui!

Estou numa fase diferente da minha vida, onde a minha arte ocupa um espaço maior. Mas a falta de pessoas especiais como vc, me fazem pegar um atalho no meu caminho atual!

Vim deixar um beijo e minhas saudades!

Maria Augusta disse...

Georgia, acho que nem sempre duas pessoas apaixonadas são feitas para viver juntas, a paixão se acalma com o tempo e a rotina, mas o amor é uma planta que precisa ser regada todo dia, com respeito, paciência e tolerância.
Eu e meu marido estamos juntos há 20 anos (somos casados há quinze), somos bem diferentes, isto às vezes complica as coisas, mas por outro lado nos descobrimos novas facetas, até hoje a "rotina" não se instalou.
Beijos para você e parabéns pelo post.

Jens disse...

Oi Georgia.
Puxa, adoraria saber a fórmula para manter uma relação duradoura. Seria fácil, e óbvio, fazer referência ao pai e à mãe (que, juntos, atravessaram o mar da procela conjugal), mas quero louvar a Mana Rosa e o Cunhado Beto. Eles não apenas apaixonaram-se mas, jovens, determinaram-se a vencer os obstáculos à concretizaçao do seu amor.
O bronqueiro-mor era o pai, com justa razão: o Beto não trabalhava, apenas "estudava" Engenharia Elétrica; fiel ao papi, eu também não gostava daquele cara sem grana. Meu preferido era o Paulo, funcionário recém concursado da Polícia Federal, que, além de pagar a entrada do cinema nas noites de quartas-feiras, atendia todas as minhas reivindicações relativas a balas de goma, azedinhas e barras de chocolates. Eu era um infante glutão e venal.
Porém, a mana Rosa tinha suas próprias idéias e contava com o apoio decisivo da mãe ("deixa tua irmã namorar, senão...")
Por fim, o cunhado Beto me trouxe um livro do Norman Mailer para ler. Adeus, balas de goma, azedinhas e chocolates. Depois de Mailer, Baldwin, Hem, Scott, Pasquim... Ele sabia o meu preço.
Hoje, quando relembramos, rimos.
Mas eu sei, aqueles dois foram feitos um para o outro. Ou prepararam-se para ser um do outro.
A felicidade (tranquilidade) é uma conquista.
Hoje em dia, isto não existe mais.
Pena.

Beijo.

Jaque Gonchoroski ઇ‍ઉ disse...

Belo e verdadeiro tudo o que você falou. As pessoas não querem compromisso mas querem alguém ao lado. No começo são mil maravilhas, mas com o tempo os defeitos vão aparecendo e tem gente que não aguenta isso.

E se não deu certo, que pena. Não era pra ser.

É preciso saber ser feliz e fazer o outro feliz, mas se a situação está no fundo do poço, como o seu relato, não adianta continuar.

Um lindo dia Ge!
beijos

Pedrita disse...

uma pessoa pode ser mais carinhosa, mas terá outros defeitos. todos nós somos imperfeitos. o q precisamos pesar é o quanto o defeito do outro nos incomoda. se é insuportável, ou algo banal. e eu acho que a rotina une, não o contrário. qd as pessoas vivem pouco, aproveitam pouco a vida, só falam de um passado da juventude, é difícil viver, q dirá a dois. viver intensamente não é ir a balada todo dia, a não ser q o casal ou a pessoa adore. mas curtir bons momentos, um jantar em família, uma conversa durante um programa de tv, um passeio em um parque. a rotina é mágica se soubermos viver. vou lá ler o texto q indicou. beijos, pedrita

Sonia H disse...

Georgia,

Estou casada há 19 anos e somos felizes, graças a Deus e a nós mesmos. Mas como você mesma diz, as pessoas só querem o lado bonito de uma relação. E tudo na vida existe sempre o lado bom e 'feio', vamos dizer assim - as manias que carregamos, os defeitos, os cabelos brancos que surgem, etc.
Eu não tenho fórmulas, mas manter uma relação sadia requer vontade de ambas as partes, respeito e muito amor. O amor é sempre o alicerce de tudo.
Confesso que me preocupo já com os relacionamentos futuros de meus filhos - Desejo que ambos sejam felizes e tenham relações duradouras e verdadeiras.
Excelente post!
Beijos,

Mi disse...

nao sei se tive sorte ou se estivesse no brasil teria sido parecido. Mas aproveitei muito enquanto estava solteira, fiquei muito sim e acho isso bom ;) Pq com todas essas "experiencias" vc ja sabe o que é importante numa pessoa, pelo menos pra vc. Acho bom que aqui na Alemanha de pra morar junto antes de casar, pq é um test-drive necessario. Ainda mais qdo 2 culturas diferentes se juntam ;) bjs!

Bia Mendonça disse...

Linda a sua resposta Ge! :)

Eu não tive a oportunidade de experienciar essa vida a dois por mim mesma, mas sempre observei os pais. E eh isso mesmo, tudo tem altos e baixos, e não adianta trocar, pq os problemas seguem.
Acho importante é achar alguém que tenha respeito pela gente, que nos trata bem... e a gente o mesmo pela pessoa, pq assim quando os momentos dificeis chegaram , pelo menos o respeito mutuo ajuda a tolerar as dificuldades!

bjs

Georgia disse...

Oi xará!! Obrigada pela visita!!
Adorei o seu blog e vou sempre passar por aqui,bjus!!!

Dalva disse...

É o mundo das aparências, Georgia, e os relacionamentos hoje seguem o mesmo rítmo frenético da vida: tudo corrido, depressa, "fast-food", "fast-love"... Sem querer ser saudosísta, mas não há como não sentir falta de ver aquele amor romantico que com o tempo se transforma em um amor bonito, mais forte do que a morte. Este teu post hoje tem uma conotação forte para mim, pois perdemos um tio querido, já velhinho, que viveu com a tia um amor desse tipo: tinham 62 anos de casados e ainda passeavam de mãos dadas e tinham um grande carinho um pelo outro. Eram um exemplo para toda a nossa família. Que Deus o tenha, e que seu amor sirva de inspiração para os membros mais novos da família.

Beijos!

Lulu on the Sky® disse...

Hoje em dia é raro amor q dure a vida inteira, mas eu entendo perfeitamente o q vc passou, o q importa é q feliz agora no seu segundo casamento. Big Beijos

Gisa disse...

Oi Geozinha, é isso mesmo, só o amor para suportar todas as mudanças da lua rsrsrsrs

Concordo plenamente em aprender a conviver com as diferenças, tudo fica muito mais especial.
Um beijão pra ti

Lunna disse...

Estou com o Marco há pouco mais de seis anos (eu acho que é isso) nunca fico contando essas coisas. O tempo pra mim é um detalhe, você sabe disso.
Enfim, ele é meu melhor amigo, é alguém que eu admiro e ainda assim não o conheço plenamente. A cada dia que passo descubro algo novo, algo incrível que as vezes me pergunto, como foi que eu não vi isso antes? E algumas coisas que penso, era assim mesmo? Mas faz parte da construção humana. Ninguém é perfeito ou do jeito que você quer que seja (e talvez aqui esteja o maior problema num relacionamento) achar que o outro que está ali vai mudar pra ser como você acha que deve ser.
O bom é ser o que é e ponto final. Todos nós temos manhas e manias, não é mesmo?
Bacio carissima

Allan Robert P. J. disse...

Georgia,

Entendo muito pouco de casamentos, só casei uma vez, em 87.

Acho que o convívio a dois pede um pouco de compreensão e capacidade de ceder, de mudar. Mas se não houver diálogo, cumplicidade e um certo fogo, melhor separar.

Quanto a ficar, respeito a decisão de quem prefere não assumir certos compromissos.

Beijocas :)

PS - O meu casamento dura até hoje e tenho a impressão de que durará para sempre.

Bergilde Croce disse...

Georgia,gosto muito da variedade temática que você propóe aqui no saia justa,mas quando se trata de falar de Amor,bem eu suspiro e vibro porque é meu preferido.Há 5 e alguns meses estou vivendo a minha grande história,não sei se vai ser pra vida inteira,mas espero(esperamos)afinal quando existem Respeito e Admiração recíprocos como base tudo o resto se pode superar. O Amor é um sentimento profundo que com o tempo se transforma,mas se permanecem esses elementos na sua íntegra o casal que tem um grande projeto de vida em comum segue avanti sem pensar ou dar espaço às crises...
Grande abraço,Bergilde

Cris disse...

Oi, Georgia, minha linda,

Amor é um sentir puramente individual, cada um tem sua forma de amar - por vêzes até odiando!

Beijo, querida.

Eduardo P.L disse...

Sobre o post, a Maria Augusta disse TUDO.
Seu LADINHO anda muito ativo e interessante! Vamos ver, daqui uns dias, o resultado da pesquisa que estamos fazendo sobre o LADINHO.

Georgia disse...

Seu marido já foi a Coréia? Que legal!! Acho que quem vai para o Japão não tem como não se apaixonar, seja pelo lado cultural ou pela modernidade...
Ótimo finzinho de tarde pra vc, bjus!!!

Celia Rodrigues disse...

Geórgia, a conclusão do seu texto resume todo ele. Nossa geração é a mais egoísta de todos os tempos, e uma relação em que cada um só pensa em si mesmo não pode resistir. Amor hoje em dia é o que todo mundo deseja receber, mas dar... É outra história.
Bjos!

paulo zambroza disse...

Somos egoistas, e queremos sempre mais!!! Acho que a rotina está em tudo! No emprego que você tem e não gosta! Nos ganhos que recebe e acaha pouco! O ser humano é diferente em sua essencia! Somos aprecidos e nãosomos iguais!! Acho que o bom da vida é experimentar tudo que você pode e deve!!! Afinal viver é isso... Fazer escolhas!!!

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abraço
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